👮🏻 PRESOS brasileiros PEDALAM para gerar ELETRICIDADE 🚲💡

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PRESOS brasileiros PEDALAM para gerar ELETRICIDADE

Fala meus queridos, olha só a ideia que um juiz e um diretor de um presídio daqui do sul de minas teve a 7 anos atrás, isso mesmo isso começou lá em 2012.

Em troca da redução das penas, os presos pedalam e produzem energia elétrica. A eletricidade que é produzida pelas quatro bicicletas ajuda a iluminar parte de uma praça da cidade durante a noite. Pedalando o dia inteiro, eles conseguem produzir energia para acender dez lâmpadas apenas, mas com dez bicicletas funcionando, a cidade ganhará carga suficiente para iluminar toda a avenida.

Por lei, os presos não são obrigados a participar do projeto, mas a cada 16 horas de pedalada, um dia é reduzido na pena de quem participa. Cada bicicleta é revezada por 3 presos, eles se exercitam, saem da ociosidade da cela e ainda iluminam a cidade!

A engenhoca funciona assim: Uma correia é presa a roda traseira da bicicleta e ligada a um gerador que fica conectado a uma bateria de automóvel. As pedaladas movimentam a roda que toca o gerador que gera a energia para ser armazenada na bateria. No guidão, um aparelho indica a hora de parar. Depois de carregadas, as baterias são levadas até o centro da cidade e conectadas aos postes.

Com o sucesso da iniciativa, a cadeia já recebeu visitas e contatos de autoridades chinesas e de outros países da Ásia e também da Europa dispostas a conhecer o projeto, top né?

Por horas a fio, Ronaldo Marcelo Wanderlei da Silva pedala em uma bicicleta estacionária por uma causa. Mas não é uma bicicleta comum, nem uma causa comum.
Da Silva é preso no presídio de Santa Rita do Sapucaí, perto de São Paulo. Ele está entre um pequeno grupo de detentos que tiveram a chance de diminuir suas sentenças exercitando-se em bicicletas fixas personalizadas, que são carregadas em baterias de carros que são carregadas enquanto pedalam. As baterias são usadas para acender as luzes da rua na praça local.
O programa existe apenas nessa prisão, mas não é o único esforço recente de pensar fora da caixa no sistema penal brasileiro.
Jose Henrique Mallmann, um juiz em Santa Rita do Sapucaí, teve a ideia do programa de pedalada enquanto fazia buscas na internet por fontes de energia limpas e sem custo. Foi uma curiosidade pessoal, ele disse, e isso o levou a uma história sobre uma academia americana que é parcialmente alimentada pelos treinos de bicicleta de seus clientes.
Em sua pequena cidade, foi fácil adaptar a ideia e colocá-la em prática na prisão local, disse ele.
O programa fornece um tipo de justiça poética, disse ele. A maioria dos detentos em algum momento privou a sensação de segurança de suas vítimas. Agora, ao fornecer energia limpa que alimenta a praça da cidade à noite, eles estão proporcionando uma sensação de segurança.
“Isso foi muito bem recebido. Estamos muito satisfeitos com a reação do público”, disse Mallmann.

As prisões brasileiras, em geral, são lugares superlotados e desagradáveis. De acordo com o Ministério da Justiça, as prisões brasileiras estão com 167% da capacidade em dezembro de 2011. A população carcerária mais do que dobrou desde 2001.
Mas novas iniciativas estão encontrando maneiras criativas de abordar essas questões, ao mesmo tempo em que ajudam os internos e a sociedade.