--> (function () { var RD_TOKEN = "33637718e5d00f3c68a940ff598ef63a";// Utilitário: aguardar até que uma condição seja verdadeira (com timeout) function waitFor(checkFn, { interval = 150, timeout = 10000 } = {}) { return new Promise(function (resolve, reject) { var elapsed = 0; var timer = setInterval(function () { try { if (checkFn()) { clearInterval(timer); resolve(true); } else if ((elapsed += interval) >= timeout) { clearInterval(timer); reject(new Error("Timeout aguardando condição.")); } } catch (e) { clearInterval(timer); reject(e); } }, interval); }); }// Debounce simples para evitar chamadas repetidas function debounce(fn, delay) { var t; return function () { clearTimeout(t); var args = arguments, ctx = this; t = setTimeout(function () { fn.apply(ctx, args); }, delay); }; }// Reforça a integração do RD Station para formularios já no DOM var reintegrate = debounce(function () { try { if (window.RdstationFormsIntegration && window.RdstationFormsIntegration.Integration && typeof window.RdstationFormsIntegration.Integration.integrateAll === "function") { window.RdstationFormsIntegration.Integration.integrateAll(RD_TOKEN); console.log("[RD] Reintegração disparada (pop-up Elementor)."); } else { console.warn("[RD] Objeto RdstationFormsIntegration não disponível."); } } catch (e) { console.error("[RD] Erro ao reintegrar formulários:", e); } }, 250);// 1) Ouve eventos do Elementor Popup document.addEventListener("elementor/popup/show", function (evt) { // Quando um pop-up abrir, aguardamos o formulário do Elementor surgir no conteúdo var popup = document.querySelector(".elementor-popup-modal[aria-hidden='false']") || document.body; // Se você souber o ID do form, pode refinar o seletor abaixo waitFor(function () { return popup.querySelector("form") || popup.querySelector("input, select, textarea, button[type='submit']"); }, { timeout: 8000 }).then(function () { reintegrate(); }).catch(function () { // Mesmo se não achar logo de cara, ainda tentamos por mutação reintegrate(); }); });// 2) Como fallback, observa mutações no DOM (quando o form entra no pop-up) var mo = new MutationObserver(function (mutations) { for (var m of mutations) { for (var n of m.addedNodes) { if (!(n instanceof HTMLElement)) continue; if (n.matches && (n.matches(".elementor-popup-modal") || n.matches("form"))) { reintegrate(); } if (n.querySelector && (n.querySelector("form") || n.querySelector(".elementor-popup-modal"))) { reintegrate(); } } } }); mo.observe(document.documentElement, { childList: true, subtree: true });// 3) Primeira carga da página: garante integração dos formulários que já existirem if (document.readyState === "loading") { document.addEventListener("DOMContentLoaded", reintegrate); } else { reintegrate(); } })();

Fita de autofusão – Para que serve? 

fita de autofusão

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Para o conteúdo de hoje nós vamos te mostrar para que serve a fita de autofusão e comparar a durabilidade de três tipos de isolantes que usamos nas emendas de cabos. 

É necessário dizer que não tô falando de fita crepe nem de durex. Nós vamos testar a fita isolante fita de autofusão e o tubo termo retrátil, ok? 

Então, qual delas possui a maior durabilidade em caso de uma extrema sobrecarga elétrica? É sobre isso que vamos te falar agora mesmo. Acompanhe o conteúdo e aprenda! 

Para que serve a fita de autofusão? 

A Fita Isolante de Autofusão é uma escolha ideal para a realização de pequenos reparos em mangueiras que conduzem fluidos automotivos, como por exemplo: 

  • Água;
  • Ar;
  • Óleo;
  • Isolamentos elétricos;
  • Fixações;
  • Entre diversas outras aplicações. 

Desse modo, esta fita adere facilmente a superfícies como metal, plástico, madeira e couro. Além disso, geralmente, elas são certificadas pelo ISO 9001. Por isso, garantem mais qualidade e confiabilidade. 

Qual é a melhor opção de isolação? 

Vamos fazer um teste? 

Iremos desencapar 3 partes de um cabo de 4,0mm2, simulando uma emenda. o que nos interessa é saber qual é mais resistente, a fita isolante,a fita de termofusão ou o cabo termoretratil. 

Outro detalhe é que não utilizaremos fita isolante sobre a fita de termofusão justamente para vermos o que acontece na fita. 

Dessa forma, como forma de garantia de que a corrente será igual para todas as “emendas”, ligarmos em série estes sistema e começamos nosso teste aplicando uma corrente de 38 amperes. 

Vale lembrar que está um pouco acima do recomendado, que seria 36 amperes conforme o método de referência C da tabela 36 da NBR 5410. a temperatura está em 30 graus. 

Subimos a corrente para 78 amperes e a temperatura subiu para 35 graus. Logo após, subimos novamente a corrente, desta vez para 120 amperes e a temperatura começou a subir. 

Perceba que ao alcançar 112 graus, uma fumaça começou a sair da isolação do cabo e derretendo segundos depois. Sendo assim, mantivemos a corrente em 120 amperes avaliando o comportamento das isolações e a temperatura. 

Aos 135 graus, a fita isolante começou a derreter, o termo retrátil aparentemente não estava sofrendo deformação e a fita de autofusão começou a soltar fumaça. Por fim, com 148º observe o que aconteceu: 

  • A fita isolante continuava a derreter;
  • A termofusão começou a diminuir seu diâmetro;
  • A fita de autofusão começou a deformar.

Sendo assim, após 5 minutos em 120 amperes e com 177º, desligamos nossa máquina.

Antes de concluirmos os testes, vamos falar sobre a importância do Certificado NR10. Isso porque, é ele quem poderá garantir que o profissional aja de acordo com as normas de segurança e realize o seu trabalho com excelência e cuidado. 

Conclusão 

A isolação do cabo por ter mais contato logicamente foi a mais danificada. Já a fita de autofusão, parte dela se fundiu com o condutor, achei incrível isso mas parte dela se soltou e expôs a parte condutiva. 

No entanto, na minha opinião, apesar de estar sem a fita isolante por cima, como manda no manual, ela cumpriu sua função e não expôs a parte condutora do cabo. 

O termo retratil foi o que mais me surpreendeu, ele se fundiu completamente com o condutor, não houve muitos danos a ele e não expôs a parte condutora do cabo. Agora a fita isolante… Bom, a imagem fala por si.

Por isso, tanto ela quanto a isolação do cabo ficaram bem derretidos a ponto de expor a parte condutora do cabo. Entretanto, olha que é uma boa marca de fita isolante, mas está visto que existem soluções mais profissionais, né? 

Enfim, está aí uma visão mais geral dos três isolantes testados. No resumo da ópera, apesar dos pesares, nenhum dos três tipos de isolantes criaram ou propagaram chamas, isso é um ponto positivo. 

Na nossa avaliação dos três modelos o termo retrátil é o melhor isolante, o segundo lugar fica para a fita autofusão e na lanterna fica a fita isolante.

Gostaram dessa dica? 

Então aproveite para conhecer nosso curso de Eletricista Profissional e aprender muito mais com a Engehall. 

 

E não se esqueça, conheça também nosso canal do youtube, lá você pode conferir essa e outras dicas para facilitar a sua rotina de trabalho. 

Um abraço e até o próximo conteúdo!