Iluminação de Emergência – muitos instalam ERRADO!

Você sabe instalar iluminação de emergência? Muita gente diz que sim. Mas hoje eu quero lhe mostrar o contrário!

Fala, meus queridos! Tudo massa? Sejam bem-vindos a mais um texto com muita informação para você!

Hoje vou mostrar a vocês que sim! Tem muito eletricista por aí instalando sistema de iluminação de emergência de forma totalmente errada. Profissionais que nunca sequer tenham lido a norma que regulamenta esse tipo de serviço. 

Mas calma!!!

Não estamos aqui pra julgar ninguém!

É tanta norma que às vezes a gente nem sabe que existe uma específica para um determinado serviço. Isso é normal!

Mas aí eu te pergunto:

Você sabe de qual norma eu estou falando?

Se você não faz ideia, então se prepare!

Porque hoje falaremos um pouco sobre a NBR-10898:1998 – Sistema de iluminação de emergência!

‘Bora’ pra aula?

iluminação de emergência

NBR-10898:1998 – Sistema de iluminação de emergência

Ah, as Normas… Nossas eternas companheiras!

Mas já posso afirmar: Sim!!! Temos uma norma específica para iluminação de emergência.

E digo mais – tem um limite de blocos de iluminação por circuito!

Não é só ir socando luminária de emergência nas escadas e corredores e achar que tá tudo certo não…. 

Inclusive, você também pode estar cometendo um grande erro! Para consertar isso basta CLICAR AQUI e conhecer o nosso método que está formando O NOVO ELETRICISTA. O profissional que irá dominar o setor elétrico e será o grupo de eletricistas de elite. Venha fazer parte desse seleto grupo você também!

Mas voltando ao assunto…

Em qualquer instalação comercial em que vamos, o que mais vemos é um monte de luminárias de emergência instaladas. Seja em salas de espera, corredores e escadarias. Mas já pararam para pensar o porquê delas estarem instaladas naquele local?

Em algumas cidades, para o estabelecimento receber o alvará de funcionamento, ele precisa ter um Projeto de Segurança Contra Incêndio e Pânico (ou PSCIP) aprovado pelo Corpo de Bombeiros ou outro órgão competente da Prefeitura daquela cidade. E é este documento que apresentará a exigência ou não da necessidade da iluminação de emergência. 

O Corpo de Bombeiros de Minas Gerais, por exemplo, em sua Instrução Técnica número 13, orienta ao projetista, em seu item 2.2, que seja adotado a NBR 10898 naquilo que não for contrário ao disposto naquela Instrução Técnica.

Principais tipos de sistemas iluminação de emergência aceitos pela norma

Então vamos listar os principais tipos de sistemas de iluminação de emergência aceitos pela NBR 10898:

  • Conjunto de blocos autônomos. Os blocos autónomos são aparelhos de iluminação de emergência constituídos de um único invólucro adequado, contendo lâmpadas incandescentes, fluorescentes ou similares;
  • Sistema centralizado com baterias. O sistema centralizado com bateria de acumuladores elétricos devem ser com recarga automática de modo a garantir a autonomia do sistema de iluminação de emergência;
  • Grupo motogerador. Assim como o sistema centralizado com baterias, o grupo motogerador deve garantir a autonomia do sistema de iluminação de emergência, utilizando para isso para tanques de armazenamento de combustível.

Bom, sabemos quais os sistemas que a norma permite utilizar, mas qual a altura que devemos instalar a iluminação de emergência?

A altura que devemos instalar as luminárias

Esta altura estará ligada diretamente ao distanciamento entre as luminárias. 

No item 8.1.17 cita que a distância máxima entre dois pontos de iluminação de ambiente deve ser equivalente a quatro vezes a altura da instalação destes em relação ao nível do piso. E no item 8.1.15 cita que esta distância não pode exceder 15m.

Então, por exemplo:

Temos um corredor de 30 metros de comprimento, no qual será instalado iluminação de emergência a 2,5 metros de altura. Como a distância máxima entre dois pontos pode ser até 4 vezes a altura delas, temos:

  • 2,5 x 4 = 10 metros

Nesse caso, devemos colocar uma luminária a cada 10 metros de distância da outra.

Dados das lâmpadas

Mas aí você deve tá pensando:

  • “… já sei dos tipos de sistemas. Já sei da altura e distanciamento entre os pontos de emergência. Agora fica a dúvida, quais dados preciso saber das lâmpadas para ser mais assertivo em um projeto?”

Bom, no item 4.7.5 está orientado quais dados devemos conhecer para usarmos no projeto. São eles: 

  1. a) tipo de lâmpada;
  2. b) potência, em watts;
  3. c) tensão, em volts;
  4. d) fluxo luminoso nominal, em lúmens;
  5. e) ângulo da dispersão da luz;
  6. f) vida útil do elemento gerador de luz.

Além disso, devemos levar em consideração a resistência ao calor e a ausência de ofuscamento. Tá bom?

Modelos e marcas de luminárias de emergência

Existe disponível no mercado diversos modelos e marcas de luminárias de emergência. Temos:

  • Luminárias de emergência de 30 leds;
  • A Luminária de emergência multifunção;
  • E os blocos autônomos.

E vale lembrar que não são admitidas ligações em série de pontos de luz (iluminação de emergência). E no caso de instalação aparente, a tubulação e as caixas de passagem devem ser metálicas.

Agora fiquem atentos a mais um trecho bastante importante da norma:

  • No Item 4.8.10 cita que corrente por circuito de iluminação de emergência não poderá ser maior que 12A e que cada circuito não poderá alimentar mais de 25 luminárias.

Então, na prática, é simples!

Somou a corrente de todas as luminárias de emergência penduradas naquele circuito e ela passou de 12A, e/ ou tem mais de 25 luminárias para ser instalada, é necessário criar novos circuitos, o limite é esse 12A e/ ou 25 pontos de iluminação de emergência, show?

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Grande abraço e até o próximo texto, tchau e obrigado!

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